Vejam o que nos prometeram em 2003 "Após a transição, a instituição será beneficiada com toda a estrutura oferecida pela USP, que inclui plano de carreira para os funcionários, reajustes salariais e maior possibilidade de obter recursos orçamentários para pesquisas, além da perspectiva de ampliar a oferta de vagas"
Abraços
Chico Paiva
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u12854.shtml
14/05/2003 - 08h52
da Folha de S.Paulo, em São José dos Campos
O governo do Estado deu início oficialmente à transformação da Faenquil (Faculdade de Engenharia Química de Lorena) em unidade da USP (Universidade de São Paulo) ao autorizar a criação de um grupo de trabalho para definir as formas da transição.
Com a medida, prevista para ser concluída no segundo semestre deste ano, a região passará a abrigar a primeira unidade da USP. Em 2004, o vestibular da Faenquil já será feito pela Fuvest (Fundação para o Vestibular), que centraliza todos os exames vestibulares para cursos da USP.
Hoje, a Faenquil é subordinada à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo. A faculdade tem 1.100 alunos matriculados nos cursos de graduação e 200 estudantes nos cursos de mestrado e doutorado.
Após a transição, a instituição será beneficiada com toda a estrutura oferecida pela USP, que inclui plano de carreira para os funcionários, reajustes salariais e maior possibilidade de obter recursos orçamentários para pesquisas, além da perspectiva de ampliar a oferta de vagas.
O grupo de trabalho, criado pelo secretário João Carlos de Souza Meirelles (Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo) e formado por membros da Faenquil, USP e secreta ria, vai indicar as formas e as condições para a incorporação dos cursos. A primeira reunião da equipe está marcada para terça-feira --o relatório deve ser concluído até o dia 9 de junho.
A Faenquil tem quatro cursos de graduação, com um total de 240 vagas anuais, além de uma escola técnica, que atende a 200 alunos. A faculdade oferece ainda cursos de mestrado e doutorado.
O diretor-geral da Faenquil, Messias Borges da Silva, disse que a expectativa é que, após a incorporação dos cursos à USP, o número de vagas oferecidas pela instituição seja ampliado.
"A concretização do processo vai beneficiar a faculdade, que terá uma melhor estrutura, e a região, que vai abrigar uma unidade de tecnologia", disse Silva, que está havia três anos na direção geral da instituição.
Segundo ele, o orçamento da Faenquil, que hoje é de R$ 16 milhões anuais e não daria cobertura às necessidades da faculdade, também poderá ser ampliado por meio de convênios com agências de fomento voltadas à pesquisas internacionais e nacionais.
"Na verdade, muda tudo. Os funcionários, que não recebem reajustes salariais há dois anos e meio, terão plano de carreira e aumento de salários", disse.
O secretário-adjunto da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Oswaldo Massambani, disse que as negociações envolvendo a transição foram iniciadas há um ano.
"Ainda não temos os detalhes de como será feita a incorporação dos cursos. No entanto, posso afirmar que o vestibular 2004 da instituição já será feito pela Fuvest e que o patrimônio da Faenquil será transferido para a USP", disse Massambani.
O coordenador do Espaço Físico da USP, Antonio Marcos de Aguirra Massola, disse que a incorporação dos cursos da Faenquil será "muito importante" para a instituição, já que a faculdade é conceituada por ter desenvolvido projetos importantes.
Segundo ele, a incorporação, que também inclui outros dois cursos de medicina de Marília e Rio Preto, teve início quando o governo decidiu extinguir as chamadas "faculdades isoladas" mantidas pelo Estado.
"A Faenquil se tornou conceituada depois que passou a desenvolver projetos importantes, como os de produção de álcool combustível com cana-de-açúcar. A faculdade também é pioneira em alguns cursos, como engenharia bioquímica", afirmou.
Abraços
Chico Paiva
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u12854.shtml
14/05/2003 - 08h52
Estado oficializa faculdade da USP no Vale do Paraíba
MARCELO CLARETda Folha de S.Paulo, em São José dos Campos
O governo do Estado deu início oficialmente à transformação da Faenquil (Faculdade de Engenharia Química de Lorena) em unidade da USP (Universidade de São Paulo) ao autorizar a criação de um grupo de trabalho para definir as formas da transição.
Com a medida, prevista para ser concluída no segundo semestre deste ano, a região passará a abrigar a primeira unidade da USP. Em 2004, o vestibular da Faenquil já será feito pela Fuvest (Fundação para o Vestibular), que centraliza todos os exames vestibulares para cursos da USP.
Hoje, a Faenquil é subordinada à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo. A faculdade tem 1.100 alunos matriculados nos cursos de graduação e 200 estudantes nos cursos de mestrado e doutorado.
Após a transição, a instituição será beneficiada com toda a estrutura oferecida pela USP, que inclui plano de carreira para os funcionários, reajustes salariais e maior possibilidade de obter recursos orçamentários para pesquisas, além da perspectiva de ampliar a oferta de vagas.
O grupo de trabalho, criado pelo secretário João Carlos de Souza Meirelles (Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo) e formado por membros da Faenquil, USP e secreta ria, vai indicar as formas e as condições para a incorporação dos cursos. A primeira reunião da equipe está marcada para terça-feira --o relatório deve ser concluído até o dia 9 de junho.
A Faenquil tem quatro cursos de graduação, com um total de 240 vagas anuais, além de uma escola técnica, que atende a 200 alunos. A faculdade oferece ainda cursos de mestrado e doutorado.
O diretor-geral da Faenquil, Messias Borges da Silva, disse que a expectativa é que, após a incorporação dos cursos à USP, o número de vagas oferecidas pela instituição seja ampliado.
"A concretização do processo vai beneficiar a faculdade, que terá uma melhor estrutura, e a região, que vai abrigar uma unidade de tecnologia", disse Silva, que está havia três anos na direção geral da instituição.
Segundo ele, o orçamento da Faenquil, que hoje é de R$ 16 milhões anuais e não daria cobertura às necessidades da faculdade, também poderá ser ampliado por meio de convênios com agências de fomento voltadas à pesquisas internacionais e nacionais.
"Na verdade, muda tudo. Os funcionários, que não recebem reajustes salariais há dois anos e meio, terão plano de carreira e aumento de salários", disse.
O secretário-adjunto da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Oswaldo Massambani, disse que as negociações envolvendo a transição foram iniciadas há um ano.
"Ainda não temos os detalhes de como será feita a incorporação dos cursos. No entanto, posso afirmar que o vestibular 2004 da instituição já será feito pela Fuvest e que o patrimônio da Faenquil será transferido para a USP", disse Massambani.
O coordenador do Espaço Físico da USP, Antonio Marcos de Aguirra Massola, disse que a incorporação dos cursos da Faenquil será "muito importante" para a instituição, já que a faculdade é conceituada por ter desenvolvido projetos importantes.
Segundo ele, a incorporação, que também inclui outros dois cursos de medicina de Marília e Rio Preto, teve início quando o governo decidiu extinguir as chamadas "faculdades isoladas" mantidas pelo Estado.
"A Faenquil se tornou conceituada depois que passou a desenvolver projetos importantes, como os de produção de álcool combustível com cana-de-açúcar. A faculdade também é pioneira em alguns cursos, como engenharia bioquímica", afirmou.
Nenhum comentário:
Postar um comentário