Ambiente para informar sobre os acontecimentos da paralisação de funcionários (professores e técnico- administrativos) da Escola de Engenharia de Lorena - EEL/USP. MOTIVO DA PARALISAÇÃO: veja NO TEXTO em REIVINDICAÇÃO
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
20 º dia de paralisação
ASSEMBLEIA
Segunda-feira (29/08) - às 15:00h - Pátio Campus I
Assunto: últimos acertos para a manifestação de terça-feira em São Paulo
PARALISAÇÃO - ESCLARECIMENTOS AOS ALUNOS
Prezados alunos,
Considerando que ainda pairam dúvidas com relação a nossa paralisação e reivindicação, prestamos o seguinte esclarecimento.
A nossa instituição é uma Instituição Pública desde 1969 quando foi fundada através de Lei Municipal da Prefeitura Municipal de Lorena, a qual criou a Faculdade Municipal de Engenharia Química, FAMENQUIL. Em 1971 passamos a ser chamados de Fundação Centro Vale de Ensino e Pesquisa em Química Industrial que recebeu todo o patrimônio e acervo da FAMENQUIL. Em 1978 fomos anexados à FTI - Fundação de Tecnologia Industrial, mantida pelo Ministério da Indústria e Comércio. Em 1991 fomos anexados ao Sistema Estadual de Ensino Superior como autarquia de regime especial, denominada FAENQUIL. Em 2006 o patrimônio da FAENQUIL, cursos e alunos foram transferidos para a Universidade de São Paulo - USP, passando a ser chamados de Escola de Engenharia de Lorena - EEL.
A USP recebeu todo patrimônio, cursos e alunos da FAENQUIL, e os servidores, que a construíram, ficaram de fora, em um “Quadro Especial em Extinção” na então Secretaria da Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, atual Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT).
Através de um convênio firmado entre a Secretaria e USP estamos há cinco anos como meros prestadores de serviço dentro da USP. Anteriormente, a FAENQUIL era Autarquia de Regime Especial e a Lei que a criara garantia nossos direitos. Os problemas começaram após a extinção, descrita anteriormente. O processo foi iniciativa do Governador Geraldo Alckmin, que na época também era o governador, para que as três Autarquias existentes na época (FAENQUIL, FAMEMA e FAMERP) fossem absorvidas pela três Universidades do estado mas, apenas a FAENQUIL teve esse fim, as outras duas autarquias permaneceram autônomas e como tal preservaram seus direitos.
Através de um convênio firmado entre a Secretaria e USP estamos há cinco anos como meros prestadores de serviço dentro da USP. Anteriormente, a FAENQUIL era Autarquia de Regime Especial e a Lei que a criara garantia nossos direitos. Os problemas começaram após a extinção, descrita anteriormente. O processo foi iniciativa do Governador Geraldo Alckmin, que na época também era o governador, para que as três Autarquias existentes na época (FAENQUIL, FAMEMA e FAMERP) fossem absorvidas pela três Universidades do estado mas, apenas a FAENQUIL teve esse fim, as outras duas autarquias permaneceram autônomas e como tal preservaram seus direitos.
Hoje, Governo e a USP nos acenam com uma possível proposta de novo convênio no qual nos seriam pagos abonos mas, esta proposta é apenas de ordem financeira e não atende a nossa reivindicação, que não se resume a uma questão financeira e sim a garantia de direitos que foram sorrateiramente tomados, na extinção da FAENQUIL. Mesmo com um novo convênio ainda seríamos administrados pela Secretaria de Desenvolvimento o que não garante nossos direitos conseguidos a duras penas, devido a natureza da Secretaria que não é a de ensino. Esta além de não reconhecer nossos direito ainda nos ameaça com a retirada de outros que eram garantidos pela lei que criou a FAENQUIL.
Porque queremos sair da Secretaria: Porque somos e, sempre fomos, funcionários de uma instituição de ensino e pesquisa. Nossa carreira tem particularidades que a administração pública direta, não tem. Isso, com o tempo, causou a violação de um direito básico e constitucional que é o princípio de isonomia com os demais servidores da Universidade de São Paulo. A SDECT não os reconhece e os tem negado como via de regra, e nos ameaça com a retirada de uns poucos conseguidos quando FAENQUIL, pois estes não existem na secretaria, impedindo assim a isonomia com nossos pares na USP.
. Nossa única reivindicação é : Alteração do artigo segundo da Lei 11.814 de 2004, transferindo a administração do atual “Quadro Especial em Extinção” de Servidores, hoje administrado pela Secretaria de Desenvolvimento, para que seja administrado pela Universidade de São Paulo.
Comenta-se que não se pode transferir o quadro de funcionários da ex-Faenquil para o quadro a USP, pois isto seria inconstitucional. Esta justificativa não procede e não se sustenta, não entramos no mérito pois estes comentários são questionáveis e frágeis, porém ressaltamos que não estamos pedindo para entrar para o quadro de servidores da USP, o que solicitamos é que o nosso atual “Quadro Especial em Extinção” administrado pela Secretaria de Desenvolvimento, seja administrado pela USP, Garantindo assim nosso direito de isonomia, bastando para tal apenas alterar o artigo segundo da Lei 11.814. Como ser ilegal se nossa instituição sempre foi uma instituição pública desde 1969? Além de que, estamos legalmente por força de lei e decreto, há 5 (cinco) anos na Secretaria de Desenvolvimento. Como pode não ser legal a administração deste “Quadro Especial em Extinção” passar para a administração da USP?
Artigo 2º da Lei 11.814 de 2004: Os atuais servidores da FAENQUIL passarão a integrar Quadro Especial em Extinção, vinculado à Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, mantendo-se o regime jurídico a que estavam submetidos na entidade a ser extinta.
§ 2º do artigo 1o do Decreto Nº 50.839, de 29 de Maio de 2006 : Os servidores integrantes do Quadro a que se refere o “caput” deste artigo poderão exercer suas atribuições atuais na Universidade de São Paulo - USP, observadas as regras e condições conjuntamente estipuladas em instrumento específico.
O caput refere-se ao "Quadro Especial em Extinção".
Novamente ressaltamos, até quando ficaremos nesta situação de ameaças, incertezas, sem qualquer perspectiva de futuro e evolução funcional? Só queremos trabalhar em paz e com dignida.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Convite Assembleia - dia 26 (sexta-feira)
Prezados(as)
Convido a todos(as) para a ASSEMBLÉIA GERAL dos funcionários da extinta FAENQUIL, dia 26/08/11 às 10:00h no auditório principal do campus I, para tratarmos dos seguintes pontos:
1) - Situação atual das negociações;
2) - Atendimento aos alunos;
3) - Ida a São Paulo
Um grande abraço a todos(as).
Vítor José do Amaral Alves
Diretor do SINTUSP
midia X paralisação
USP: Professores do Campus de Lorena permanecem em greve
A Agência USP...relacionou a Greve no Boletim (clipping) que atinge todas as mídias Brasileiras
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Greve paralisa totalmente a EEL - Informativo ADUSP
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Diretor apoia
O único funcionário da USP na EEL apoia a greve. Trata-se do diretor da unidade, o professor Nei Fernandes de Oliveira Jr. “O secretário [Paulo Alexandre Barbosa] pediu que eu terminasse a greve. A greve não é minha. São cinco anos de promessas não cumpridas”, declara ao Informativo Adusp. “É extremamente difícil para mim administrar um quadro cujo RH está na Secretaria. A reivindicação dos funcionários também é minha, é encampada pelo diretor. A universidade sempre soube disso”.
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Veja notícia completa:
Site da ADUSP
Video da passeata - 22/08
Vídeo completo da passeata contendo os discursos.
TV Centenário – Lorena-SP
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Carlos Giannazi - pronunciamento na ALESP
caro Isnaldi...sabemos bem da luta pela dignidade na carreira pública...
conte com nosso apoio...
e segue uma matéria que estamos postando no site do deputado...
abs
conte com nosso apoio...
e segue uma matéria que estamos postando no site do deputado...
abs
Mandato defende e apoia reivindicação de servidores da Escola de Engenharia de Lorena
O professor e deputado Carlos Giannazi, que é membro titular da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, fez um pronunciamento na tribuna em 12 de agosto defendendo servidores da Escola de Engenharia de Lorena, paralisados desde o dia 10 deste mês por conta da falta de ação do governo Alckmin em resolver de vez o problema dos professores e funcionários, que desde 2006 (data da incorporação da ELL pela USP) tentam, sem sucesso, equiparação salarial com os demais trabalhadores da Universidade de São Paulo.
Os docentes e outros servidores da ELL estão ainda vinculados à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, e essa situação os prejudica porque não foram incorporados ao quadro funcional da USP, o que ocasiona salários mais baixos do que os praticados pela universidade.
“Apelamos para que o governo estadual envie à ALESP um projeto de lei que altere a Lei 11.814/2006 para incluir esses servidores, docentes e funcionários da Escola de Engenharia de Lorena na carreira de docentes e funcionários da USP. Já fizemos uma Indicação ao governo e estamos levando o caso à Comissão de Educação”, disse Giannazi, que pediu a publicação do manifesto feito pelos trabalhadores no Diário Oficial e solicitou envio do seu pronunciamento ao Palácio dos Bandeirantes, ao diretor da Escola de Engenharia de Lorena e à reitoria da USP.
14º dia de paralisação
Midia X Paralisação
12º dia de greve é marcado por passeata de funcionários, professores e alunos da EEL-USP
(essa matéria sobre a passeata está bem legal!)
Padre Afonso apela em favor de funcionários e professores da USP de Lorena
Protestos continuam na USP Lorena e deixam mais de mil alunos sem aula
Greve entrou no 13º dia com passeata de professores e funcionários
USP em greve
13º dia de paralisação
10h30m às 10h - Concentração de alunos e servidores na frente do Supermercado Pão de Acúçar
10h - Início da passeata com destino à Praça Principal de Lorena.
11h às 12h - Movimentação com discursos na praça. Presença de representantes do SINTUSP.
14h - Assembléia no pátioo do Campus I.
10h - Início da passeata com destino à Praça Principal de Lorena.
11h às 12h - Movimentação com discursos na praça. Presença de representantes do SINTUSP.
14h - Assembléia no pátioo do Campus I.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Mensagem da Simone
Amigos,
Há muita confusão quando usamos e deixamos que alguém use a palavra INCORPORAÇÃO. Vamos excluí-la de nosso vocabulário. Essa palavra permite que o Governo jogue a sociedade contra a gente com aquele velho e descarado discurso "Eles não podem entrar para o Estado sem concurso público!" Golpe baixo!
Pelo que eu entendo...os funcionários e professores reivindicam que o QUADRO EM EXTINÇÃO saia das mãos da Secretaria de Desenvolvimento e passe a ser administrado pela USP o que possibilitaria a equiparação de direitos, recebimento de aumentos salariais dados a TODAS AS OUTRAS UNIVERSIDADES ESTADUAIS DOS QUAIS FICAMOS DE FORA NESTES ÚLTIMOS ANOS!
TRABALHAMOS PARA UMA UNIVERSIDADE ESTADUAL DESDE 1991 E NÃO É JUSTO QUE TENHAMOS TRATAMENTO DIFERENCIADO E DISCRIMINATÓRIO! É o que vem acontecendo! Somos perseguidos e discriminados pelo Governo, pois fazemos o mesmo serviço que os outros e vivemos humilhados e ameaçados!
PARA RECEBER AUMENTO, SEXTA PARTE E QUINQUÊNIO SÓ CONSEGUIMOS MEDIANTE ORDEM JUDICIAL E ISSO LEVA ANOS!!!! NÃO VAMOS ABAIXAR A CABEÇA! Não estamos pedindo nada ilegal...
QUANDO ÉRAMOS FAENQUIL TÍNHAMOS TODOS ESSES DIREITOS. TUDO COMEÇOU POR CAUSA DA SECRETARIA NOS DISCRIMINAR. NOS TRATAR DIFERENTES DAS OUTRAS UNIVERSIDADES.
Se o Quadro em extinção da FAENQUIL e o orçamento referente a nossa folha de pagamento for administrada pela USP e não pela Secretaria de Desenvolvimento, como é hoje, A USP poderá corrigir essa INJUSTIÇA! Ela poderá nos conceder os mesmos direitos e benefícios de todos os outros funcionários da Universidade.
Visto que todos somos servidores de universidade pública do estado fazendo o mesmo serviço, seja dando aula ou trabalhando na área administrativa .
NÃO QUEREMOS ENTRAR PARA USP SEM CONCURSO! ISSO É UM DISCURSO MAL INTENCIONADO DAQUELES QUE QUEREM NOS DESMORALIZAR DIANTE DA SOCIEDADE E DA IMPRENSA! VAMOS SEMPRE DEIXAR CLARO A MUDANÇA DA ADMINISTRAÇÃO DO QUADRO EM EXTINÇÃO e QUE CONTINUAREMOS CELETISTAS. Nosso Quadro em Extinção mudando de administrador e esse novo administrador sendo a USP ela poderá reparar a injustiça que estamos sofrendo e nos assegurar direitos já que trabalhamos para ela.
Ontem houve uma notícia sobre uma reunião entre o Secretário Paulo Alexandre Barbosa, o Reitor e outras pessoas importantes do Governo. Há uma proposta de tornarem possível o pagamento das diferenças salariais através da concessão de gratificações aos funcionários. Nada nos foi entregue por escrito, ontem nem mesmo eles sabiam de que forma iriam operacionalizar isso. Lembro que gratificações podem ser retiradas a qualquer momento! Isso não é o foco da greve! é????
Só lembro que pagamento de diferenças salariais não é o motivo da nossa greve. Os funcionários reivindicam que o Quadro em Extinção e o orçamento referente a ele saia das mãos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e passe a ser administrado pela USP. Assim, continuaremos neste mesmo quadro em extinção, continuaremos Celetistas, ou seja, não entraremos para USP sem concurso. Mas sairemos das mãos ditadoras do Governo que nos discrimina há muito tempo.
O que muda???? Muda que a USP, ao administrar esse quadro e o orçamento referente a ele terá a boa vontade e a sensatez de pagar para o pessoal da EEL os mesmos aumentos salarais e direitos trabalhistas que nos é negado pela Secretaria de Desenvolvimento. Essa mudança em quem administra esse quadro é muito importante! Isso nos assegura não termos que entrar na justica a cada aumento (CRUESP) destinado aos servidores das outras Universidades Estaduais Paulistas (USP, UNESP e UNICAMP) entre outros direitos. O que acontece desde que a Faenquil foi passada para USP. Queremos sair da Secretaria de Desenvolvimento não queremos??? Ou queremos ficar a mercê do corte de gratificações já existentes como quer a Secretaria que nos persegue e tem nos ameaçado neste sentido????
Equiparação salarial foi uma proposta paliativa oferecida pela USP.
Vamos analisar bem o assunto.
att
Simone
Há muita confusão quando usamos e deixamos que alguém use a palavra INCORPORAÇÃO. Vamos excluí-la de nosso vocabulário. Essa palavra permite que o Governo jogue a sociedade contra a gente com aquele velho e descarado discurso "Eles não podem entrar para o Estado sem concurso público!" Golpe baixo!
Pelo que eu entendo...os funcionários e professores reivindicam que o QUADRO EM EXTINÇÃO saia das mãos da Secretaria de Desenvolvimento e passe a ser administrado pela USP o que possibilitaria a equiparação de direitos, recebimento de aumentos salariais dados a TODAS AS OUTRAS UNIVERSIDADES ESTADUAIS DOS QUAIS FICAMOS DE FORA NESTES ÚLTIMOS ANOS!
TRABALHAMOS PARA UMA UNIVERSIDADE ESTADUAL DESDE 1991 E NÃO É JUSTO QUE TENHAMOS TRATAMENTO DIFERENCIADO E DISCRIMINATÓRIO! É o que vem acontecendo! Somos perseguidos e discriminados pelo Governo, pois fazemos o mesmo serviço que os outros e vivemos humilhados e ameaçados!
PARA RECEBER AUMENTO, SEXTA PARTE E QUINQUÊNIO SÓ CONSEGUIMOS MEDIANTE ORDEM JUDICIAL E ISSO LEVA ANOS!!!! NÃO VAMOS ABAIXAR A CABEÇA! Não estamos pedindo nada ilegal...
QUANDO ÉRAMOS FAENQUIL TÍNHAMOS TODOS ESSES DIREITOS. TUDO COMEÇOU POR CAUSA DA SECRETARIA NOS DISCRIMINAR. NOS TRATAR DIFERENTES DAS OUTRAS UNIVERSIDADES.
Se o Quadro em extinção da FAENQUIL e o orçamento referente a nossa folha de pagamento for administrada pela USP e não pela Secretaria de Desenvolvimento, como é hoje, A USP poderá corrigir essa INJUSTIÇA! Ela poderá nos conceder os mesmos direitos e benefícios de todos os outros funcionários da Universidade.
Visto que todos somos servidores de universidade pública do estado fazendo o mesmo serviço, seja dando aula ou trabalhando na área administrativa .
NÃO QUEREMOS ENTRAR PARA USP SEM CONCURSO! ISSO É UM DISCURSO MAL INTENCIONADO DAQUELES QUE QUEREM NOS DESMORALIZAR DIANTE DA SOCIEDADE E DA IMPRENSA! VAMOS SEMPRE DEIXAR CLARO A MUDANÇA DA ADMINISTRAÇÃO DO QUADRO EM EXTINÇÃO e QUE CONTINUAREMOS CELETISTAS. Nosso Quadro em Extinção mudando de administrador e esse novo administrador sendo a USP ela poderá reparar a injustiça que estamos sofrendo e nos assegurar direitos já que trabalhamos para ela.
Ontem houve uma notícia sobre uma reunião entre o Secretário Paulo Alexandre Barbosa, o Reitor e outras pessoas importantes do Governo. Há uma proposta de tornarem possível o pagamento das diferenças salariais através da concessão de gratificações aos funcionários. Nada nos foi entregue por escrito, ontem nem mesmo eles sabiam de que forma iriam operacionalizar isso. Lembro que gratificações podem ser retiradas a qualquer momento! Isso não é o foco da greve! é????
Só lembro que pagamento de diferenças salariais não é o motivo da nossa greve. Os funcionários reivindicam que o Quadro em Extinção e o orçamento referente a ele saia das mãos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e passe a ser administrado pela USP. Assim, continuaremos neste mesmo quadro em extinção, continuaremos Celetistas, ou seja, não entraremos para USP sem concurso. Mas sairemos das mãos ditadoras do Governo que nos discrimina há muito tempo.
O que muda???? Muda que a USP, ao administrar esse quadro e o orçamento referente a ele terá a boa vontade e a sensatez de pagar para o pessoal da EEL os mesmos aumentos salarais e direitos trabalhistas que nos é negado pela Secretaria de Desenvolvimento. Essa mudança em quem administra esse quadro é muito importante! Isso nos assegura não termos que entrar na justica a cada aumento (CRUESP) destinado aos servidores das outras Universidades Estaduais Paulistas (USP, UNESP e UNICAMP) entre outros direitos. O que acontece desde que a Faenquil foi passada para USP. Queremos sair da Secretaria de Desenvolvimento não queremos??? Ou queremos ficar a mercê do corte de gratificações já existentes como quer a Secretaria que nos persegue e tem nos ameaçado neste sentido????
Equiparação salarial foi uma proposta paliativa oferecida pela USP.
Vamos analisar bem o assunto.
att
Simone
10º dia de paralisação
Assembleía às 10h no pátio do campus I.
Movimento na Praça Principal de Lorena
Segunda-feira, dia 22, saída às 9h30m - em frente ao Supermercado Pão de Açucar.
Movimento na Praça Principal de Lorena
Segunda-feira, dia 22, saída às 9h30m - em frente ao Supermercado Pão de Açucar.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
ADUSP - APOIO E SOLIDARIEDADE AOS DOCENTES E FUNCIONÁRIOS DA EEL-USP
A diretoria da Associação de Docentes da USP (Adusp), reunida em 17/8/2011, manifesta sua irrestrita solidariedade aos professores e funcionários da Escola de Engenharia de Lorena (EEL-USP), em greve desde 10 de agosto, em protesto contra o absoluto descaso com que vêm sendo tratados pelo governo do Estado e pela reitoria, desde 2006.
Naquele ano, a antiga Faculdade de Engenharia de Lorena (Faenquil) foi incorporada à USP, tornando-se uma nova unidade desta universidade, a EEL. Contudo, o quadro de pessoal foi vinculado à então Secretaria de Desenvolvimento (hoje Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia), por meio de um simples convênio, e sem os direitos garantidos aos professores e funcionários da USP.
Não foram cumpridas, até o momento, as reiteradas promessas de encontrar uma solução para a EEL, mesmo depois da greve de 2008, por idêntico motivo.
Consideramos imprescindível, para a efetiva incorporação da EEL à USP, que a situação funcional dos docentes e funcionários desta unidade seja regularizada, com a urgência que a questão exige.
São Paulo, 17 de agosto de 2011
Diretoria da Adusp-S.Sind.
Repasse: Alex andra Moretti / ADUSP
midia x greve
Greve de professores e funcionários da USP de Lorena completa uma ...
http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/08/17/greve-de-professores-e- funcionarios-da-usp-de-lorena-completa-uma-semana.jhtm ...
http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/08/17/greve-de-professores-e- funcionarios-da-usp-de-lorena-completa-uma-semana.jhtm ...
Pronunciamento do Vitor
Pronunciamento do Vitor (aparecem vários videos, procurar sexta-feira, 12 de agosto de 2011)
http://tvcentenario.blogspot.com/2011_08_01_archive.html
http://tvcentenario.blogspot.com/2011_08_01_archive.html
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
8º dia de paralisação
Assembléia com funcionários - 10h. no pátio do campus I - Assunto: Reunião entre Governo e Reitoria, sobre nossa situação. dia 16/08
Convocação para reunião na praça principal de Lorena às 10h na próxima segunda-feira,dia 22/08.
Haverá presença de alunos EEL e funcionários da USP/SP
Convocação para reunião na praça principal de Lorena às 10h na próxima segunda-feira,dia 22/08.
Haverá presença de alunos EEL e funcionários da USP/SP
Deputado Major Olimpio Gomes
MOÇÃO A RESPEITO DA SITUAÇÃO DOS SERVIDORES DA EXTINTA FAENQUIL
Em 19 de março de 2010 17:16, <ailtonsoares@al.sp.gov.br> escreveu:
Tendo em vista sua petição, postada eletronicamente em 22-02-2010, acerca da situação dos servidores da extinta FAENQUIL, incumbiu-me o Deputado Major Olimpio Gomes de lhe encaminhar cópia da Moção n. 10, de 2010, por ele firmada e que se encontra em tramitação por esta Assembléia Legislativa.
Sendo só para o momento, esclareço que estaremos monitorando a referida tramitação, no intuito de que ela realmente venha a se consubstanciar em manifestação desta Casa de Leis dirigida ao Senhor Governador do Estado, a fim de que o desiderato pretendido possa ser alcançado.
Atenciosamente,
Ailton Soares
Assist. Téc. Parlamentar
Gab. Dep. Major Olimpio
(11) 3886-6508 e 6509
ASSEMBLÉIA DOS ALUNOS 16/08:
-----Mensagem Original----- From: Diretorio Academico
Sent: Wednesday, August 17, 2011 10:17 AM
To: alunos@eel.usp.br
Subject: [Alunos] Assembléia dos alu nos 16/08
Resumidamente:
1) Esclarescemos as dúvidas que muitos alunos ainda tinham em relação aos
motivos e objetivos da greve;
2) Ainda não há grandes novidades;
3) Foi decido fazermos camisetas para os participantes do workshop de amanhã
na Poli com os dizeres "EEL USP EM GREVE" ou algo assim (maiores informações
com a Aline e a Roberta);
4) Decidimos fazer uma manifestação em Lorena na segunda após o SN e em SP na
terça. Maiores informações em breve.
5) Soubemos que o prof. Herman da FEG já foi da FAENQUIL e nem precisa ser
avisado de nossa situação, mas que não tem tanta influencia no assunto.
6) Decidimos nos organizar para fazer uma manifestação em Guará qnd o
Governador vier para a inauguração da ETEC. Maiores informações em breve.
7) Depois de encerradas as votações, alguns alunos permaneceram após o almoço
para redigirmos uma carta dos alunos que será entregue ao Governador ainda
nessa semana (segue abaixo).
Agradecemos a participação de todos que puderam ir!
Rodrigo Linares
Diretor de Marketing do Diretório Acadêmico - EEL-USP
Segue a carta que foi redigida após a Assembléia (adaptada de uma carta
sugerida pelo prof Domingos):
Ao Excelentíssimo Senhor
Governador do Estado de São Paulo
Dr. Geraldo Alckmin
Senhor Governador,
Somos alunos da Escola de Engenharia de Lorena, a antiga FAENQUIL, que foi
incorporada pela USP em 2006, a mesma que concedeu a V. Exª. o título de
Doutor honoris causa, o que muito nos engrandece.
Escrevemos esta carta para expressar nossa indignação em relação à situação em
que nossa Escola se encontra. Estamos sem aulas desde o último dia 10,
correndo o risco de perder nosso semestre e atrasar a nossa formação.
A paralisação de nossos professores se deve a um impasse surgido desde a
incorporação da FAENQUIL à USP. Na época, a Lei que autorizou a incorporação
dos prédios, cursos e alunos pela Universidade de São Paulo, transferiu o
Quadro de Servidores para a administração direta do Estado.
Esses servidores eram oriundos de uma Autarquia de Regime Especial que, assim
como faz a USP, tratava seus servidores com regras específicas. Com a
transferência feita desta forma, muitos dos benefícios a que os servidores
faziam jus foram retirados, tais como quinquênio, sexta parte e reajustes
salariais. Com isso, a diferença salarial entre os funcionários da EEL e os da
USP foi crescendo, chegando hoje a mais de 50% em alguns casos. Isso nos
parece muito injusto, uma vez que os servidores daqui fazem o mesmo trabalho
dos demais funcionários da Universidade.
Acrescenta-se a isso, Governador, o fato de a Escola estar em plena expansão,
fruto de um grande projeto de criar no Vale do Paraíba um Polo de Engenharia,
pelo que nos consta, acertado entre V. Exª. e o Reitor da USP, ainda quando o
senhor era Secretário de Desenvolvimento do Estado, em 2009. Comprometer esta
expansão seria andar na contramão da história.
Em um País que carece de engenheiros para dar sustentação ao seu
desenvolvimento, faz-se absolutamente necessário aumentar a quantidade desses
profissionais com boa formação, como a que temos na EEL.
Senhor Governador, acreditamos que a solução definitiva para todo esse
empecilho passe por suas mãos, na forma da alteração do artigo segundo da Lei
11.814 de 2004, transferindo o Quadro de Servidores para a administração da
USP, no lugar da Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico
e Turismo do Estado de São Paulo. Isso não configura nenhuma
inconstitucionalidade, uma vez que todos manterão seus empregos e funções
originais, submetidos ao mesmo regime jurídico de seus contratos atuais.
Assim, Senhor Governador, em nome do desenvolvimento do Estado de São Paulo e
do Brasil, vimos respeitosamente a sua presença pedir que tome rapidamente as
providências necessárias para a alteração da referida Lei, o que entendemos
ser condição indispensável para a normalização de nossas atividades acadêmicas.
Desde já, agradecemos sua atenção.
Aguardamos seu posicionamento.
Alunos da Escola de Engenharia de Lorena
Sent: Wednesday, August 17, 2011 10:17 AM
To: alunos@eel.usp.br
Subject: [Alunos] Assembléia dos alu nos 16/08
Resumidamente:
1) Esclarescemos as dúvidas que muitos alunos ainda tinham em relação aos
motivos e objetivos da greve;
2) Ainda não há grandes novidades;
3) Foi decido fazermos camisetas para os participantes do workshop de amanhã
na Poli com os dizeres "EEL USP EM GREVE" ou algo assim (maiores informações
com a Aline e a Roberta);
4) Decidimos fazer uma manifestação em Lorena na segunda após o SN e em SP na
terça. Maiores informações em breve.
5) Soubemos que o prof. Herman da FEG já foi da FAENQUIL e nem precisa ser
avisado de nossa situação, mas que não tem tanta influencia no assunto.
6) Decidimos nos organizar para fazer uma manifestação em Guará qnd o
Governador vier para a inauguração da ETEC. Maiores informações em breve.
7) Depois de encerradas as votações, alguns alunos permaneceram após o almoço
para redigirmos uma carta dos alunos que será entregue ao Governador ainda
nessa semana (segue abaixo).
Agradecemos a participação de todos que puderam ir!
Rodrigo Linares
Diretor de Marketing do Diretório Acadêmico - EEL-USP
Segue a carta que foi redigida após a Assembléia (adaptada de uma carta
sugerida pelo prof Domingos):
Ao Excelentíssimo Senhor
Governador do Estado de São Paulo
Dr. Geraldo Alckmin
Senhor Governador,
Somos alunos da Escola de Engenharia de Lorena, a antiga FAENQUIL, que foi
incorporada pela USP em 2006, a mesma que concedeu a V. Exª. o título de
Doutor honoris causa, o que muito nos engrandece.
Escrevemos esta carta para expressar nossa indignação em relação à situação em
que nossa Escola se encontra. Estamos sem aulas desde o último dia 10,
correndo o risco de perder nosso semestre e atrasar a nossa formação.
A paralisação de nossos professores se deve a um impasse surgido desde a
incorporação da FAENQUIL à USP. Na época, a Lei que autorizou a incorporação
dos prédios, cursos e alunos pela Universidade de São Paulo, transferiu o
Quadro de Servidores para a administração direta do Estado.
Esses servidores eram oriundos de uma Autarquia de Regime Especial que, assim
como faz a USP, tratava seus servidores com regras específicas. Com a
transferência feita desta forma, muitos dos benefícios a que os servidores
faziam jus foram retirados, tais como quinquênio, sexta parte e reajustes
salariais. Com isso, a diferença salarial entre os funcionários da EEL e os da
USP foi crescendo, chegando hoje a mais de 50% em alguns casos. Isso nos
parece muito injusto, uma vez que os servidores daqui fazem o mesmo trabalho
dos demais funcionários da Universidade.
Acrescenta-se a isso, Governador, o fato de a Escola estar em plena expansão,
fruto de um grande projeto de criar no Vale do Paraíba um Polo de Engenharia,
pelo que nos consta, acertado entre V. Exª. e o Reitor da USP, ainda quando o
senhor era Secretário de Desenvolvimento do Estado, em 2009. Comprometer esta
expansão seria andar na contramão da história.
Em um País que carece de engenheiros para dar sustentação ao seu
desenvolvimento, faz-se absolutamente necessário aumentar a quantidade desses
profissionais com boa formação, como a que temos na EEL.
Senhor Governador, acreditamos que a solução definitiva para todo esse
empecilho passe por suas mãos, na forma da alteração do artigo segundo da Lei
11.814 de 2004, transferindo o Quadro de Servidores para a administração da
USP, no lugar da Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico
e Turismo do Estado de São Paulo. Isso não configura nenhuma
inconstitucionalidade, uma vez que todos manterão seus empregos e funções
originais, submetidos ao mesmo regime jurídico de seus contratos atuais.
Assim, Senhor Governador, em nome do desenvolvimento do Estado de São Paulo e
do Brasil, vimos respeitosamente a sua presença pedir que tome rapidamente as
providências necessárias para a alteração da referida Lei, o que entendemos
ser condição indispensável para a normalização de nossas atividades acadêmicas.
Desde já, agradecemos sua atenção.
Aguardamos seu posicionamento.
Alunos da Escola de Engenharia de Lorena
-- Escola de Engenharia de Lorena - EEL
http://www.alunos.eel.usp.br/
_______________________________________________
Lista Alunos
Alunos@eel.usp.br
http://eel.usp.br/mailman/listinfo/alunos
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_______________________________________________
Lista Alunos
Alunos@eel.usp.br
http://eel.usp.br/mailman/listinfo/alunos
terça-feira, 16 de agosto de 2011
7º dia paralisação
Manhã - Assembleía de Alunos - Foram retiradas as dúvidas dos alunos presentes . Definiram as ações que irão tomar.
Tarde - Reunião da Coordenação do Movimento - definição das próximas ações.
Impressão de oficios para deputados e demais autoridades
Tarde - Reunião da Coordenação do Movimento - definição das próximas ações.
Impressão de oficios para deputados e demais autoridades
4º, 5º, 6º dias de paralisação
Referente a Sábado, Domingo e Segunda-feira (feriado em Lorena).
Independentemente se ser final de semana vários grupos se mobilizaram para conversar com políticos e autoridades que possam dar apoio ao movimento.
Os alunos "bombaram" FB do Governador.
Independentemente se ser final de semana vários grupos se mobilizaram para conversar com políticos e autoridades que possam dar apoio ao movimento.
Os alunos "bombaram" FB do Governador.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
ASSEMBLÉIA DOS ALUNOS
Convite para alunos e servidores:
Local: Campus 1 - Auditório!
Horário: terça, 16 de agosto de 2011 10:00
Convite pelo Facebook
3º dia paralisação
- Reunião entre os funcionários no pátio do Campus I
- Montagem de um mural com documentos referentes ao movimento
- Envio de mensagens aos deputados estaduais, vereadores de Lorena e outras autoridades da região.
- Os alunos estão apoiando o movimento com mensagens no facebook e no twitter do governador.
"JUNTOS SOMOS MAIS"
- Montagem de um mural com documentos referentes ao movimento
- Envio de mensagens aos deputados estaduais, vereadores de Lorena e outras autoridades da região.
- Os alunos estão apoiando o movimento com mensagens no facebook e no twitter do governador.
"JUNTOS SOMOS MAIS"
Promessas em 2003
Vejam o que nos prometeram em 2003 "Após a transição, a instituição será beneficiada com toda a estrutura oferecida pela USP, que inclui plano de carreira para os funcionários, reajustes salariais e maior possibilidade de obter recursos orçamentários para pesquisas, além da perspectiva de ampliar a oferta de vagas"
Abraços
Chico Paiva
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u12854.shtml
14/05/2003 - 08h52
da Folha de S.Paulo, em São José dos Campos
O governo do Estado deu início oficialmente à transformação da Faenquil (Faculdade de Engenharia Química de Lorena) em unidade da USP (Universidade de São Paulo) ao autorizar a criação de um grupo de trabalho para definir as formas da transição.
Com a medida, prevista para ser concluída no segundo semestre deste ano, a região passará a abrigar a primeira unidade da USP. Em 2004, o vestibular da Faenquil já será feito pela Fuvest (Fundação para o Vestibular), que centraliza todos os exames vestibulares para cursos da USP.
Hoje, a Faenquil é subordinada à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo. A faculdade tem 1.100 alunos matriculados nos cursos de graduação e 200 estudantes nos cursos de mestrado e doutorado.
Após a transição, a instituição será beneficiada com toda a estrutura oferecida pela USP, que inclui plano de carreira para os funcionários, reajustes salariais e maior possibilidade de obter recursos orçamentários para pesquisas, além da perspectiva de ampliar a oferta de vagas.
O grupo de trabalho, criado pelo secretário João Carlos de Souza Meirelles (Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo) e formado por membros da Faenquil, USP e secreta ria, vai indicar as formas e as condições para a incorporação dos cursos. A primeira reunião da equipe está marcada para terça-feira --o relatório deve ser concluído até o dia 9 de junho.
A Faenquil tem quatro cursos de graduação, com um total de 240 vagas anuais, além de uma escola técnica, que atende a 200 alunos. A faculdade oferece ainda cursos de mestrado e doutorado.
O diretor-geral da Faenquil, Messias Borges da Silva, disse que a expectativa é que, após a incorporação dos cursos à USP, o número de vagas oferecidas pela instituição seja ampliado.
"A concretização do processo vai beneficiar a faculdade, que terá uma melhor estrutura, e a região, que vai abrigar uma unidade de tecnologia", disse Silva, que está havia três anos na direção geral da instituição.
Segundo ele, o orçamento da Faenquil, que hoje é de R$ 16 milhões anuais e não daria cobertura às necessidades da faculdade, também poderá ser ampliado por meio de convênios com agências de fomento voltadas à pesquisas internacionais e nacionais.
"Na verdade, muda tudo. Os funcionários, que não recebem reajustes salariais há dois anos e meio, terão plano de carreira e aumento de salários", disse.
O secretário-adjunto da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Oswaldo Massambani, disse que as negociações envolvendo a transição foram iniciadas há um ano.
"Ainda não temos os detalhes de como será feita a incorporação dos cursos. No entanto, posso afirmar que o vestibular 2004 da instituição já será feito pela Fuvest e que o patrimônio da Faenquil será transferido para a USP", disse Massambani.
O coordenador do Espaço Físico da USP, Antonio Marcos de Aguirra Massola, disse que a incorporação dos cursos da Faenquil será "muito importante" para a instituição, já que a faculdade é conceituada por ter desenvolvido projetos importantes.
Segundo ele, a incorporação, que também inclui outros dois cursos de medicina de Marília e Rio Preto, teve início quando o governo decidiu extinguir as chamadas "faculdades isoladas" mantidas pelo Estado.
"A Faenquil se tornou conceituada depois que passou a desenvolver projetos importantes, como os de produção de álcool combustível com cana-de-açúcar. A faculdade também é pioneira em alguns cursos, como engenharia bioquímica", afirmou.
Abraços
Chico Paiva
http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u12854.shtml
14/05/2003 - 08h52
Estado oficializa faculdade da USP no Vale do Paraíba
MARCELO CLARETda Folha de S.Paulo, em São José dos Campos
O governo do Estado deu início oficialmente à transformação da Faenquil (Faculdade de Engenharia Química de Lorena) em unidade da USP (Universidade de São Paulo) ao autorizar a criação de um grupo de trabalho para definir as formas da transição.
Com a medida, prevista para ser concluída no segundo semestre deste ano, a região passará a abrigar a primeira unidade da USP. Em 2004, o vestibular da Faenquil já será feito pela Fuvest (Fundação para o Vestibular), que centraliza todos os exames vestibulares para cursos da USP.
Hoje, a Faenquil é subordinada à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo. A faculdade tem 1.100 alunos matriculados nos cursos de graduação e 200 estudantes nos cursos de mestrado e doutorado.
Após a transição, a instituição será beneficiada com toda a estrutura oferecida pela USP, que inclui plano de carreira para os funcionários, reajustes salariais e maior possibilidade de obter recursos orçamentários para pesquisas, além da perspectiva de ampliar a oferta de vagas.
O grupo de trabalho, criado pelo secretário João Carlos de Souza Meirelles (Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo) e formado por membros da Faenquil, USP e secreta ria, vai indicar as formas e as condições para a incorporação dos cursos. A primeira reunião da equipe está marcada para terça-feira --o relatório deve ser concluído até o dia 9 de junho.
A Faenquil tem quatro cursos de graduação, com um total de 240 vagas anuais, além de uma escola técnica, que atende a 200 alunos. A faculdade oferece ainda cursos de mestrado e doutorado.
O diretor-geral da Faenquil, Messias Borges da Silva, disse que a expectativa é que, após a incorporação dos cursos à USP, o número de vagas oferecidas pela instituição seja ampliado.
"A concretização do processo vai beneficiar a faculdade, que terá uma melhor estrutura, e a região, que vai abrigar uma unidade de tecnologia", disse Silva, que está havia três anos na direção geral da instituição.
Segundo ele, o orçamento da Faenquil, que hoje é de R$ 16 milhões anuais e não daria cobertura às necessidades da faculdade, também poderá ser ampliado por meio de convênios com agências de fomento voltadas à pesquisas internacionais e nacionais.
"Na verdade, muda tudo. Os funcionários, que não recebem reajustes salariais há dois anos e meio, terão plano de carreira e aumento de salários", disse.
O secretário-adjunto da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Oswaldo Massambani, disse que as negociações envolvendo a transição foram iniciadas há um ano.
"Ainda não temos os detalhes de como será feita a incorporação dos cursos. No entanto, posso afirmar que o vestibular 2004 da instituição já será feito pela Fuvest e que o patrimônio da Faenquil será transferido para a USP", disse Massambani.
O coordenador do Espaço Físico da USP, Antonio Marcos de Aguirra Massola, disse que a incorporação dos cursos da Faenquil será "muito importante" para a instituição, já que a faculdade é conceituada por ter desenvolvido projetos importantes.
Segundo ele, a incorporação, que também inclui outros dois cursos de medicina de Marília e Rio Preto, teve início quando o governo decidiu extinguir as chamadas "faculdades isoladas" mantidas pelo Estado.
"A Faenquil se tornou conceituada depois que passou a desenvolver projetos importantes, como os de produção de álcool combustível com cana-de-açúcar. A faculdade também é pioneira em alguns cursos, como engenharia bioquímica", afirmou.
PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS
A Reitoria compromete-se a pedir verba adicional e incorporar funcionários e professores
Veja no Informativo ADUSP de 10/03/2008
http://www.adusp.org.br/noticias/Informativo/253/inf25312.html
Veja no Informativo ADUSP de 10/03/2008
http://www.adusp.org.br/noticias/Informativo/253/inf25312.html
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
CARTA ABERTA DOS DOCENTES DA ESCOLA DE ENGENHARIA DE LORENA
Os professores da Escola de Engenharia de Lorena vêm a público se manifestar quanto à paralisação das atividades de ensino na Unidade.
Em 2006 a FAENQUIL foi incorporada pela USP, no entanto, seus professores e funcionários técnico-administrativos não o foram, ficando todos vinculados à administração direta do Estado de São Paulo. Isto vem gerando muitos problemas, tendo em vista a diferença de tratamento a que somos submetidos com relação aos funcionários da USP.
De 2006 a 2009, durante a gestão da Prof.ª Dr.ª Suely Vilela na Reitoria, várias tentativas infrutíferas de solução do problema foram apresentadas pela USP ao Governo do Estado. No final de 2009, com a nomeação do Prof. Dr. João Grandino Rodas para Reitor, um novo horizonte nos foi apontado, uma vez que o novo Reitor nos garantiu que iria tratar deste assunto pessoalmente.
De fato, o Reitor, logo de saída, promoveu reuniões importantes com o primeiro escalão do Governo do Estado. Infelizmente, mais uma vez, os resultados não apareceram.
Em maio de 2011, a Reitoria propôs um novo convênio com o Estado, segundo o qual, sem resolver definitivamente o problema, haveria ao menos a possibilidade de equiparação salarial com os funcionários da Universidade. A solução definitiva seria uma solicitação de alteração do artigo segundo da Lei 11.814 de 2006 (Lei que extinguiu a FAENQUIL), passando a administração do Quadro em Extinção de Funcionários para a USP. Segundo informação da Reitoria, essas propostas estão em análise no Governo.
Em 10 de agosto de 2011, findo o convênio que regularizou a prestação de serviços à USP nos primeiros cinco anos da incorporação, fomos surpreendidos com a notícia de que o atual convênio, e não o novo proposto pela USP, seria renovado por mais cinco anos, o que para nós é inadmissível, pois prorroga a situação insustentável em que nos encontramos.
É importante frisar que, nos cinco anos que se passaram, todas as atividades da Escola foram integralmente executadas. A Unidade foi completamente institucionalizada, alunos se graduaram, houve defesas de mestrados e doutorados, as publicações cresceram, prêmios nos foram concedidos e três novos cursos foram criados, aumentando em 50% o número de vagas para 2012, como parte de um grande projeto de ampliação da Escola. Enfim, a EEL atuou dentro da normalidade e qualidade esperadas de uma boa Unidade da USP, mesmo tendo a quantidade de funcionários reduzida dia a dia, o que vem aumentando a carga de trabalho dos que ficam.
Muito além disso, é ainda mais importante ressaltar que todas essas atividades foram executadas voluntariamente por Presidentes de Comissões, Chefes de Departamentos, Assistentes Técnicos, Chefes de Seções e funções afins, já que o convênio atual proíbe a USP de pagar gratificações, como ela paga aos seus funcionários. Além disso, há servidores que não têm reajuste salarial há seis anos, gerando defasagens de até 50% quando comparados aos salários de servidores que desempenham funções idênticas na USP.
Nossa paralisação não é um protesto rebelde, mas um ato desesperado para chamar a atenção da Reitoria e do Governo do Estado de São Paulo para a gravidade da situação. Estamos diante de uma Escola em plena expansão que não terá condições de arcar com suas responsabilidades para com a sociedade se nada for feito para regularizar a situação precária em que se encontram os servidores.
O projeto de transformar a EEL em um Polo de Engenharia proposto pelo Reitor da USP, e que está em franca execução, corre sérios riscos a partir de agora, uma vez que se baseia na infraestrutura física e de pessoal pré-existente e sem a qual não será possível realizá-lo. O problema, de fato, é que a estrutura humana está se desfazendo aos poucos e é ilusão acreditar que será possível repor o quadro na velocidade e com a competência necessárias sem comprometer a execução do projeto.
Nossa demonstração de boa vontade para com a USP e com o Governo já foi dada, na forma de trabalho e competência. Esperamos nesse momento o reconhecimento das autoridades competentes.
Assim, vimos a público pedir à Reitoria da USP e ao Governador do Estado de São Paulo que se dignem a encontrar e por em prática uma solução definitiva e rápida para o problema do quadro de pessoal, para que possamos restabelecer as atividades em nossa Unidade e dar continuidade a um projeto que engrandece não apenas a USP, mas todo o Estado de São Paulo.
alunos x Governador
Alunos da EEL postam comentarios na página do governador no facebook: http://www.facebook.com/geraldoalckmin#%21/geraldoalckmin
Mensagem Prof. Alexandre Visconti
Após ter assistido à nossa reunião de paralisação hoje no pátio, me ocorreu que talvez fosse oportuno que você colocasse no blog este artigo abaixo que lhe repassei sobre o Nióbio, tanto pela importância do mesmo para o Brasil, o modo como vem sendo exportado e que poucos têm ciência, quanto pela importância que a nossa casa teve no passado no desenvolvimento da tecnologia de purificação do mesmo.
Acho mesmo que a comunidade e todos os alunos deveriam conhecer bem toda essa história.
E para completar a matéria, só mais um dado histórico que poucos também conhecem: o Brasil deve a atual tecnologia de purificação do nióbio aos pesquisadores do Centro de Materiais da Fundação de Tecnologia Industrial, FTI - Lorena, depois, Faenquil, Faculdade de Engenharia Química de Lorena e, atualmente, Escola de Engenharia de Lorena, EEL- USP.
PARABÉNS ENTÃO À EEL-USP, PARABÉNS A LORENA.
Abraço, Alex
NIÓBIO BRASILEIRO PARA O MUNDO !!!
Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo. Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece, e tudo fazem para que isso continue assim.
Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.
Estamos perdendo cerca de 14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa. Não é uma descalabro alarmante?
O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.
Ninguém teve coragem de investigar… Ou estarão todos ganhando com isso? Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002: “Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.
Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.
Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.
Cadê a OAB, o MFP, o Congresso Nacional ???
Os bandidos são mais honestos.
O nióbio apresenta numerosas aplicações. É usado em alguns aços inoxidáveise em outras ligasde metais não ferrosos. Estas ligas devido à resistência são geralmente usadas para a fabricação de tubos transportadores de águae petróleoa longas distâncias.
Usado em indústrias nucleares devido a sua baixa captura de nêutronstermais.
Usado em soldaselétricas.
Devido a sua coloração é utilizado, geralmente na forma de liga metálica, para a produção de jóias como, por exemplo, os piercings.
Quantidades apreciáveis de nióbio são utilizados em superligas para fabricação de componentes de motores de jatos, subconjuntos de foguetes, ou seja, equipamentos que necessitem altas resistências a combustão. Pesquisas avançadas com este metal foram utilizados no programa Gemini.
O nióbio está sendo avaliado como uma alternativa ao tântalo para a utilização em capacitores.
O nióbio se converte num supercondutor quando reduzido a temperaturas criogênicas. Na pressão atmosférica, tem a mais alta temperatura crítica entre os elementos supercondutores, 9,3 K. Além disso, é um dos três elementos supercondutores que são do tipo II ( os outros são o vanádio e o tecnécio), significando que continuam sendo supercondutores quando submetidos a elevados campos magnéticos.
Acho mesmo que a comunidade e todos os alunos deveriam conhecer bem toda essa história.
E para completar a matéria, só mais um dado histórico que poucos também conhecem: o Brasil deve a atual tecnologia de purificação do nióbio aos pesquisadores do Centro de Materiais da Fundação de Tecnologia Industrial, FTI - Lorena, depois, Faenquil, Faculdade de Engenharia Química de Lorena e, atualmente, Escola de Engenharia de Lorena, EEL- USP.
PARABÉNS ENTÃO À EEL-USP, PARABÉNS A LORENA.
Abraço, Alex
NIÓBIO BRASILEIRO PARA O MUNDO !!!
Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo. Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece, e tudo fazem para que isso continue assim.
Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados.
Estamos perdendo cerca de 14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa. Não é uma descalabro alarmante?
O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.
Ninguém teve coragem de investigar… Ou estarão todos ganhando com isso? Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002: “Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.
Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.
Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.
Cadê a OAB, o MFP, o Congresso Nacional ???
Os bandidos são mais honestos.
O nióbio apresenta numerosas aplicações. É usado em alguns aços inoxidáveise em outras ligasde metais não ferrosos. Estas ligas devido à resistência são geralmente usadas para a fabricação de tubos transportadores de águae petróleoa longas distâncias.
Usado em indústrias nucleares devido a sua baixa captura de nêutronstermais.
Usado em soldaselétricas.
Devido a sua coloração é utilizado, geralmente na forma de liga metálica, para a produção de jóias como, por exemplo, os piercings.
Quantidades apreciáveis de nióbio são utilizados em superligas para fabricação de componentes de motores de jatos, subconjuntos de foguetes, ou seja, equipamentos que necessitem altas resistências a combustão. Pesquisas avançadas com este metal foram utilizados no programa Gemini.
O nióbio está sendo avaliado como uma alternativa ao tântalo para a utilização em capacitores.
O nióbio se converte num supercondutor quando reduzido a temperaturas criogênicas. Na pressão atmosférica, tem a mais alta temperatura crítica entre os elementos supercondutores, 9,3 K. Além disso, é um dos três elementos supercondutores que são do tipo II ( os outros são o vanádio e o tecnécio), significando que continuam sendo supercondutores quando submetidos a elevados campos magnéticos.
Mensagem da funcionária Maria Auxiliadora
Sobre a Paralisação
Hoje estamos vivendo um momento que nunca fez parte da história da extinta FAENQUIL. Infelizmente fomos forçados a tomar essa atitude. Movimentos de paralisação, greves nunca foram meios utilizados para a solução das dificuldades encontradas pelo caminho da extinta FAENQUIL, mas essa foi a única alternativa que nossos dirigentes nos deixaram. Tentamos de tudo. Acreditamos, confiamos, buscamos ajuda, apoio, enfim, nossa luta foi muito longa e desgastante durante todos esses anos.
Esgotaram todas as nossas crenças.
Tivemos muitos períodos difíceis em nossa jornada. Se narrar aqui alguns desses fatos, muitos não vão sequer acreditar. No ano de 1990, no auge da crise FAENQUIL chegamos a trabalhar por mais de 3 meses sem receber o salário. Desde então nossa luta sempre foi muito árdua. Tudo para que a FAENQUIL, tão importante para a cidade e região e principalmente para nós que aqui trabalhávamos, não fechasse as suas portas.
Sobrevivemos também à crise da estadualização quando a FAENQUIL passou a ser uma autarquia especial, e estamos sobrevivendo a este período que ela deixou de existir e passou a ser uma unidade da Universidade de São Paulo. E hoje continuamos lutando para ter direito ao trabalho digno e justo naquilo que construímos.
Há 20 anos deixamos de ter um plano de carreira dentro da instituição, sem repasse dos encargos a que tínhamos direito, tendo sempre que recorrer à Justiça do Trabalho para obter os nossos direitos levando anos para a sua obtenção.
A FAENQUIL sobreviveu sim e resistiu graças àqueles que aqui trabalhavam. Os recursos financeiros a ela destinados eram exclusivamente para cobrir a folha de pagamento dos seus servidores e mal davam para cobrir as despesas essenciais da escola. Recursos financeiros para o desenvolvimento da pesquisa e ensino não existia. Assim, os servidores que aqui trabalhavam e que ainda continuam trabalhando não mediram esforços na busca de recursos financeiros através dos projetos de pesquisa encaminhados aos órgãos de fomento para que a pesquisa e ensino se tornassem de excelência no país.
Se esta escola não acabou não foi porque o Governo não permitiu, mas sim porque os servidores que aqui ainda hoje estão e também aqueles que já se foram não permitiram que isso acontecesse e mais, mesmo com todas as dificuldades encontradas pelo caminho a fizeram crescer e ser esta importante escola de referência para o nosso país.
Há anos estamos sendo enganados com conversas e falsas promessas. Sempre acreditamos e confiamos nos nossos superiores, mas infelizmente nunca tivemos o devido reconhecimento pelo nosso trabalho.
Sentimos muito orgulho de fazer parte da história da FAENQUIL. Somos vitoriosos por ter conseguido mantê-la viva por tantos anos e nos sentimos felizes e honrados por ela ter sido transformada em uma unidade da Universidade de São Paulo. Isto muito nos orgulha.
Hoje nossa luta é pelos nossos direitos trabalhistas sim, mas principalmente buscamos o RESPEITO que merecemos como servidores públicos que somos.
Com carinho e respeito a todos da EEL.
Maria Auxiliadora Midões Ferreira
Autoriza o Poder Executivo a extinguir a Faculdade de Engenharia _ Lei 11814
Diário Oficial
Poder Executivo
Estado de São Paulo Seção I
GOVERNADOR GERALDO ALCKMIN
Palácio dos Bandeirantes
Av. Morumbi, 4.500 - Morumbi - CEP 05698-900 - Fone: 3745-3344
Volume 114 - Número 242 - São Paulo, sexta-feira, 24 de dezembro de 2004
Leis
LEI Nº 11.814, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2004
Autoriza o Poder Executivo a extinguir a Faculdade de Engenharia
Química de Lorena - FAENQUIL, e dá outras providências correlatas
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:
Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu promulgo a
seguinte lei:
Artigo 1º - Fica o Poder Executivo autorizado a extinguir a Faculdade de Engenharia Química de Lorena - FAENQUIL, incorporada ao Sistema Estadual de Ensino Superior pela Lei nº 7.392, de 7 de julho de 1991.
Artigo 2º - Os atuais servidores da FAENQUIL passarão a integrar Quadro Especial em Extinção, vinculado à Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, mantendo-se o regime jurídico a que estavam submetidos na entidade a ser extinta. Parágrafo único - As funções-atividades ocupadas pelos integrantes do Quadro a que se refere o "caput" serão extintas na vacância.
Artigo 3º - vetado.
Artigo 4º - vetado
Artigo 5º - Fica o Poder Executivo autorizado a transferir, para entidade autárquica integrante do Sistema Estadual de Ensino Superior, os bens móveis da FAENQUIL e as áreas acadêmicas e de pesquisa sob sua responsabilidade, compreendendo todos os cursos de nível superior e médio.
Artigo 6º - As despesas resultantes da aplicação desta lei correrão à conta de verbas consignadas no orçamento da Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, suplementadas, se necessário.
Parágrafo Único - Os recursos orçamentários correspondentes às rubricas da FAENQUIL serão remanejados para a Secretaria da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, para pagamento das despesas com pessoal decorrentes do artigo 2º, sendo a diferença resultante destinada à entidade a que se refere o artigo 5º desta lei.
Artigo 7º -Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Palácio dos Bandeirantes, 23 de dezembro de 2004
GERALDO ALCKMIN
João Carlos de Souza Meirelles
Secretário da Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo
Eduardo Refinetti Guardia
Secretário da Fazenda
Arnaldo Madeira
Secretário-Chefe da Casa Civil
Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 23 de dezembro de 2004
2º dia de paralisação - manhã
Atividades
- Reunião de funcionários no pátio do campus I - o movimento continua com maiores adesões. Até o momento por parte da SDECT não houve publicação no Diário Oficial sobre a situação dos servidores da EEL.
- Ficou combinado que o grupo se reuniria para definir as ações do movimento.
- Durante a paralisação, todos os dias às 9horas, serão feitas as comunicações do andamento do movimento.
- Presença de representates do SINTUSP como apoio ao movimento.
- Presença do presidente do D A Dante Aligheri (EEL) - Sr. Carlos - comunicando o apoio dos alunos EEL ao movimento.
- Leitura de textos de funcionários de apoio e reflexão sobre o movimento. Estes textos estão postados neste Blog.
- Às 15horas os servidores voltarão a ser reunir no pátio do Campus I para discutir novas ações
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Mensagem de aluno no Jornal Estado de SP
Alunos da USP em Lorena prometem fazer greve nesta quarta-feira
Estudantes pedem a incorporação definitiva dos servidores da Escola de Engenharia pela estrutura universitária
Quarta, 09 de Agosto de 2011, 21h23
http://m.estadao.com.br/noticias/vidae,alunos-da-usp-em-lorena-prometem-fazer-greve-nesta-quarta-feira,756283.htm
Prof Nei : SOBRE A PARALISAÇÃO DOS SERVIDORES DA EEL
SOBRE A PARALISAÇÃO DOS SERVIDORES DA EEL
Como Diretor da Escola de Engenharia de Lorena da Universidade de São Paulo lamento que as circunstâncias tenham levado os servidores que prestam serviço nesta Escola à atitude extrema de paralisação. Concordo, entretanto, com os motivos e as reivindicações que levaram a esta atitude.
A lei estadual de 2004 que autorizou o Governador a extinguir a antiga FAENQUIL (Faculdade de Engenharia Química de Lorena) autorizou também o Governador a transferir cursos e alunos para a Universidade de São Paulo. Estranhamente, porem, autorizou a transferência do pessoal da FAENQUIL para a, então, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, atual Secretaria de Desenvolvimento, ao invés de para a USP. Em 2006, com o decreto governamental que efetivou a transferência, foi feito um convênio entre Secretaria e USP, que permitia a estes servidores prestar serviços à Universidade, se assim o desejassem, mas sem poder auferir os pro-labores que os servidores normais da USP recebiam para serviços de chefia, etc. Apesar disso, quase todos os servidores concordaram em prestar serviço à USP e foi isto que permitiu a continuidade da Escola. Sem isso, cerca de 1300 alunos de engenharia teriam seus cursos em sérias dificuldades. Desde então, a USP fez propostas para a transferência do quadro para a sua administração, sem êxito.
A administração de uma Escola de Engenharia da USP, do porte da EEL, com servidores em regime de CLT, presos a um quadro da administração direta, e que funcionam como voluntários prestando serviço à Universidade, não faz sentido e é totalmente inviável. Além disso, isto implica em diferenças sérias de tratamento entre pares na Universidade, inclusive com perdas salariais importantes para os prestadores de serviço à EEL.
No ano passado, a atual administração da USP solicitou a estes mesmos servidores, um projeto de expansão estabelecendo em Lorena um Pólo de Engenharia do tamanho do de São Carlos. A expansão de vagas de engenharia na USP é algo que interessa à região, ao Estado e ao País. O projeto foi feito pelos atuais servidores da EEL, em um trabalho extra de grande responsabilidade e esforço. Os três primeiros cursos, com 120 novas vagas, foram aprovados pelos órgãos colegiados da USP e figuram já no próximo vestibular da FUVEST. As obras para adaptação dos campi de Lorena já se iniciaram.
A implementação deste projeto, entretanto, depende da manutenção dos atuais servidores, docentes, técnicos e administrativos, que é o núcleo básico do novo Pólo. Por isso a transferência da administração do quadro para a USP é essencial. Isto pode ser feito, por exemplo, alterando a lei de 2004, substituindo a Secretaria pela USP.
Como a solução mencionada acima depende de lei da Assembléia o que implica em demora, a USP propôs em maio, em reunião com o Secretário do Desenvolvimento, um novo convênio para substituir o que se encerra hoje (10 de agosto). Este novo convênio permitiria que a USP complementasse salários através de pro-labores fazendo-os chegar aos níveis de remuneração do pessoal equivalente da Universidade. Isto por conta da USP. Seria uma forma de, temporariamente, melhorar o status quo vigente, enquanto se aguarda a solução mais definitiva. Não temos, até aqui, notícia de qualquer avaliação da proposta pela Secretaria.
Apesar de tudo, mantenho como Diretor da EEL, a certeza de que o Governo do Estado irá responder ao pleito absolutamente justo, o que permitirá, o mais rapidamente possível a normalização da Escola, e principalmente, a retomada do maior projeto da USP atualmente em desenvolvimento na área de Engenharia.
Lorena, 10 de agosto de 2011
Prof. Nei F. de Oliveira, Jr.
Diretor da EEL
NOTICIA NO IG
Campus de Lorena da USP entra em greve
Docentes e funcionários da escola de engenharia querem ser integrados ao quadro de profissionais da universidade
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/campus+de+lorena+da+usp+entra+em+greve/n1597128325528.html
1º dia de paralisação - manhã
Reunião no pátio do campus I.
Presença da TV Vanguarda - noticia no link: http://www.vnews.com.br/video.php?id=11903
Presença da Band Vale
Presença da Radio Transamérica
Presença da TV Vanguarda - noticia no link: http://www.vnews.com.br/video.php?id=11903
Presença da Band Vale
Presença da Radio Transamérica
Esclarecimento sobre a Escola de Engenharia de Lorena (EEL) - Reitoria USP - noticia no link:
Nota do DCE da USP
Contatos feitos com a Assessoria de Imprensa da EEL:
Rádio Band Vale
Rede Record
O Vale (impresso antigo Vale Paraibano)
REIVINDICAÇÃO DOS SERVIDORES
Apesar das inumeras reuniões e de já haver transcorrido 5 (cinco) longos anos de expectativa para a regularização do Quadro Especial em Extinção dos funcionários da antiga FAENQUIL e não tendo obtido uma resposta convincente de nenhuma das duas partes (Reitoria da USP e Governo do Estado), os funcionários da extinta FAENQUIL, em assembléia realizada no dia 04 de Agosto de 2011, referendada no dia 09 de agosto de 2011, com aproximadamente 150 funcionários (docentes e técnicos – administrativos) na presença de aproximadamente 400 alunos, aprovou com somente 01 (hum) voto contrário, paralisação das atividades acadêmicas da EEL – USP, a partir do dia 10 de Agosto de 2011 por tempo indeterminado.
Nossa principal reinvidicação se resume na alteração do artigo 2º da Lei 11.814, de 23 de Dezembro de 2004, que “transfere a administração do Quadro Especial em Extinção dos funcionários da extinta FAENQUIL para a Secretaria do Desenvolvimento Econômico Ciência e Tecnologia”, alterando para: “transfere a administração do Quadro Especial em Extinção dos funcionários da extinta FAENQUIL para a Universidade de São Paulo”.
A última informação concreta que temos sobre o assunto consta do Boletim USP DESTAQUES , editado pela Assessoria de Imprensa da Reitoria, nº 31, de 27 de Maio de 2011: (http://www.usp.br/imprensa/wp-content/uploads/Destaque-31.pdf)
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